Decisões
tomadas no último
Conselho de Delegados

Decorreu no dia 14 de Janeiro último,
nas instalações da nova Sede da ANTRAL, pela
primeira vez, mais um Conselho de Delegados, cujas principais
decisões descrevemos seguidamente:
Foi decidido manter o valor da quota, no montante até
hoje cobrado, ou seja, 22,61 euros, valor este isento de IVA.
Foi aprovado o plano de actividades e orçamento para
2004 e ratificada uma proposta da Direcção no
sentido de ser nomeado sócio de mérito da Antral
o Dr. Pedro Santana Lopes, Presidente da Câmara Municipal
de Lisboa.
Igualmente aprovada uma proposta, solidarizando a Antral
com a acção protesto que a Antram vai levar
a efeito em Fevereiro próximo.
A propósito do PEC, foi aprovada uma proposta, mandatando
a Direcção da associação para
reiniciar os contactos com o Governo, nomeadamente, junto
da Ministra das Finanças, com vista a garantir para
o sector um enquadramento fiscal mais justo, que poderá
consistir na possibilidade de permitir aos transportadores
a constituição de sociedades de profissionais.
Nos termos do mandato aprovado, a Direcção,
quando entender conveniente e oportuno, poderá, inclusivamente,
mobilizar os associados para as acções de protesto
que pretenda levar a cabo.
Quanto ao CAP, foi aprovada uma proposta, nos termos da qual
a Direcção deverá solicitar uma audiência
ao Secretário de Estado dos Transportes.
Na audiência, que deverá ser concedida no prazo
máximo de 30 dias, a Direcção, de acordo
com a decisão do Conselho de Delegados, está
mandatada para propor as alterações imprescindíveis
à legislação sobre o CAP, que deverão
estar concluídas no prazo máximo de 90 dias
e incluir a renovação automática dos
certificados de aptidão profissional, deixando de ser
exigida a frequência dos cursos de 20 horas.
Por
outro lado, a Direcção deverá, também,
exigir que o Estado assuma o compromisso do financiamento
das acções de formação, como sucede
em todas as outras actividades sujeitas a formação,
por forma a evitar o que se verifica hoje com entidades formadoras
a não aceitarem inscrições e outras a
fazer depender a inscrição do pagamento de uma
caução de 700,00 euros. Se o Estado não
assumir este compromisso, a Antral não mais fará
depender a admissão de motoristas da frequência
de qualquer curso de formação.
O Presidente da Mesa do Conselho de Delegados
Armando Lopes
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