| Editorial Nota de Abertura
Opinião
Desafios
a Norte II
Vida
Associativa
VI dia do
táxi
Última
hora-Boas notícias!
Preparar
o futuro
ANTRAL
procura sensibilizar autarquias
Transportadores
querem gasóleo profissional
Mundo
automóvel
Novo
Plano Nacional de Prevenção Rodoviária
Legislação
Prorrogação
do prazo de validade das licenças
Cor
do pára-choques e dos frisos dos táxis
Pagamento
especial por conta
Notícias
Novo
Secretário Geral da ANTRAM
Correio
dos Sócios
A melhor
segurança é a pública! |
REGULAMENTOS MUNICIPAIS
ANTRAL
procura sensibilizar autarquias
A Direcção da ANTRAL tem-se deslocado a variadíssimas
câmaras municipais, de norte a sul do país, procurando
sensibilizar as autarquias para a importância económica
e social da actividade que representa, participando em inúmeras
reuniões, no intuito de demover algumas destas de aplicarem
taxas pesadas nos respectivos Regulamentos Municipais de substituição
de viaturas táxi.
Tem sido um trabalho árduo, diremos mesmo hercúleo,
mas absolutamente indispensável para sempre que possível
evitar males maiores.
Vários municípios com quem reunimos compreenderam
a veracidade dos nossos argumentos, optando pela prática
de taxas com valores moderados, próximos daqueles que eram
aplicados ao abrigo da anterior legislação. A ANTRAL
felicita os executivos camarários que, pela forma exemplar
e totalmente responsável como têm conduzido os respectivos
processos de taxação, perceberam desde o início
que uma actividade onde a falta de rentabilidade é evidente
não poderia ser vista como a "galinha dos ovos de ouro".
Paralelamente, a Direcção da ANTRAL lamenta que apesar
de todos os esforços desenvolvidos, algumas câmaras
ainda não se consciencializaram das graves repercussões
dos elevadíssimos valores que estão a aplicar a um
sector conjunturalmente em crise, vendo na nossa actividade um alvo
indefeso a abater e donde procuram extrair pesadas receitas.
Já reunimos com a Associação Nacional de Municípios,
a quem transmitimos as nossas preocupações, e que
nos prometeu procurar sensibilizar os seus Associados para este
problema, procurando que nos seja cobrado apenas o justo valor do
serviço prestado.
Desde o início que a ANTRAL criticou a nova legislação,
antevendo as disparidades que daí poderiam advir, julgando
mesmo que em alguns casos, eventualmente, estarão a ser violados
os princípios da sã concorrência, uma vez que
considera que um empresário que pague a exorbitância
de 250 euros de taxa pela substituição de uma viatura
não se encontra em igualdade de circunstâncias com
um que pague 12,5 euros pelo mesmo serviço burocrático.
E isto acontece, e por vezes em municípios vizinhos! |
ASSIM
NÃO!
Esteve na Associação um Sócio com um
aviso da DGV para entregar a sua carta de condução
por um período de 60 dias, na sequência de uma
infracção que originou a aplicação
de uma multa.
Analisados os factos passou-se o seguinte: em determinado
dia do ano passado, virou à esquerda em local onde
essa manobra era proibida, no intuito de conseguir chegar
mais rapidamente ao hospital por transportar um doente em
situação de urgência, o que à luz
do Código da Estrada, como se sabe, independentemente
das circunstâncias, é considerado manobra perigosa.
Passado algum tempo recebeu o aviso para pagar a multa. Não
nos consultou e pagou a multa. Mais tarde recebe uma notificação,
não a lê, não liga ao assunto, guardando-a
numa gaveta. Só hoje, passados vários meses
e esgotados todos os prazos legais aparece-nos então
na ANTRAL, com o tal aviso para entregar a carta de condução
pelo período de 60 dias!
Deixou passar todos os prazos possíveis para podermos
tentar que, pelo menos, não lhe fosse apreendida a
carta. E agora?.. ainda vamos ver se é possível
fazer alguma coisa, mas seria tudo bem mais fácil se
tratado na altura própria, dentro dos trâmites
legais.
|
Atenção:
leiam por favor toda a correspondência que
recebam relativa à nossa actividade. No caso de multas,
dirijam-se aos nossos serviços; estamos aqui para ajudar
a resolver tudo o que seja possível resolver, ou pelo
menos atenuar, mas há circunstâncias e prazos
que têm de ser cumpridos.
Quando tiverem dúvidas não hesitem
em nos consultar!...mas, por favor, ajudem-nos a ajudar-vos! |
|
O seu a seu
dono!
O Vice-Presidente da ANTRAL, José Morteiro, em entrevista
concedida ao "Jornal de Notícias" do passado dia
17 de Fevereiro, lamentou que neste momento haja centenas de táxis
parados por falta de motoristas, sublinhado que as dificuldades
criadas ao sector para obter a certificação profissional
encontra-se a limitar fortemente o acesso à actividade. ,
Esta entrevista foi conduzi da por Inês Schreck do corpo redactorial
do "Jornal de Notícias", tendo José Monteiro
um pequeno reparo a fazer relativamente à interpretação
da jornalista que refere erradamente o seguinte: «outra das
injustiças que atormenta o sector é o facto dos proprietários
dos táxis poderem autopropor-se a exame e evitar as cerca
de 200 horas de formação» - o que como se sabe
não é verdade.
Efectivamente, o Vice-Presidente da ANTRAL, consciente de que esta
entrevista foi lida por muitos e face às responsabilidades
inerentes ao seu cargo, não quer de forma alguma que uma
ideia errada se propague, já que aquilo que transmitiu à
jornalista do "JN" foi o seguinte: «os candidatos
ao certificado de aptidão profissional, deveriam poder igualmente
autopropor-se a exame, por forma a ficar em igualdade de circunstâncias
com os candidatos ao Certificado de Capacidade Empresarial».
Como é do conhecimento dos Associados, a Direcção
da ANTRAL tem desenvolvido esforços em todos as frentes:
governo, administração' pública, comunicação
social, etc., no sentido de que o governo desbloqueie legislação
que permita flexibilizar o acesso à carteira profissional,
já que a actual situação está a "asfixiar"
o sector. Foi neste contexto que José Monteiro denunciou
ao maior jornal do Norte do país a gravidade duma situação
que se arrasta há já demasiado tempo e que urge alterar
rapidamente. |
|