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DISCURSO
DO PRESIDENTE DA DIRECÇÃO DA ANTRAL
Em
primeiro lugar, em meu nome pessoal e da direcção,
ao mesmo tempo que agradeço, penhoradamente, a vossa presença
que muito nos sensibiliza, não posso deixar de expressar
uma grande alegria, uma enorme satisfação, mesmo um
incontido orgulho pelo facto de os poder receber nesta nova casa
da nossa associação.
Queremos, também, aproveitar esta oportunidade para reafirmar
o nosso maior apreço pelos sócios de mérito
da ANTRAL, com especial destaque, que sei ninguém contesta,
para o nosso inesquecível fundador e destacado Presidente,
Sr. Manuel Martins Carneiro, que se deslocou, propositadamente do
Brasil, para estar presente nesta cerimónia.
Quando esta direcção tomou posse, em Janeiro de 2002,
ou seja, no início do século XXI, foi, desde logo,
nossa intenção, aliás de acordo com aquilo
a que nos comprometemos no programa eleitoral, preparar a associação
para os desafios do novo século, procurando dinamizar a eficácia
dos serviços que a ANTRAL assegura aos seus associados.
E se me permitem a imodéstia cremos ter vindo a ultrapassar
os objectivos a que nos comprometemos.
E, assim, para o demonstrar, vou a traços largos destacar
o essencial da obra realizada.
Quando chegámos à Direcção da Associação
as nossas preocupações e a nossa acção
foram de imediato absorvidas por dois temas para os quais era então
urgente encontrar soluções; a reorganização
dos serviços internos da ANTRAL, dado que o caos, que por
não terem sido tomadas em devido tempo as medidas que se
impunham, estava instalado e, como muitos verificaram e se lembram,
com enormes inconvenientes e mesmo prejuízos pelas demoras
e falhas com que então se funcionava.
Por outro lado, o grave problema criado ao sector pela legislação
do CAP, mobilizou- nos para um trabalho persistente de reuniões
difíceis em que tudo fizemos para fazer valer os nossos argumentos
contra um sistema já implantado, mas que, custasse o que
custasse, era, e ainda, em parte é, urgente alterar, lutando
contra o tempo e ultrapassando todas as adversidades originadas
desde logo, porque quando tomámos posse o país estava
a ser governado por um executivo demissionário.
Ainda no que respeita ao CAP, muito embora se aguardem, ainda,
alterações, iremos continuar a nossa luta até
que a formação profissional, cujos objectivos compreendemos
e aceitamos, não sirvam interesses que impeçam o regular
funcionamento da nossa actividade e que, finalmente, corresponda
de forma adequada às nossas necessidades no que respeita
a qualificações profissionais. Neste sentido, estamos
a criar as condições para certificação
junto da INOFOR, com vista a ministrarmos os cursos de formação
profissional no âmbito do CAP. Aproveito, entretanto, a presença
do Sr. Eng.º Jorge Jacob para lhe solicitar uma intervenção
no sentido de rapidamente serem publicadas no Diário da República
as alterações já aprovadas.
Durante este período, como se sabe, tem estado a decorrer
a implementação de legislação que transfere
poderes, na área dos transportes em táxi, para as
câmaras municipais.
É difícil aqui dar-vos a noção da
dimensão do trabalho desenvolvido pela Direcção
e pelo secretário geral, junto das autarquias.
A elaboração dos Regulamentos Municipais de Transportes
em automóveis ligeiros, em todo o país exigiu, da
nossa parte, uma participação pronta e decidida com
vista ao indispensável esclarecimento de dúvidas de
muitos responsáveis autárquicos que, em inúmeros
casos, davam os seus primeiros passos nesta matéria.
Outra das nossas muito sérias preocupações
prende-se com a problemática do transporte de doentes. Este
é um assunto em aberto para o qual temos mobilizado boa parte
do nosso esforço e, ao que parece, com algum êxito,
uma vez que se julga vislumbrar uma luz ao fundo do túnel.
Conseguimos firmar alguns protocolos com Administrações
Regionais de Saúde para o transporte de doentes em táxis,
mas muito está por fazer; é uma tarefa difícil,
esta de convencer os responsáveis da área da saúde,
de que o transporte em táxi, quando o utente do Serviço
Nacional de Saúde não precisa de viajar acamado, tem
vantagens, que nos parecem evidentes, sobre o transporte em ambulâncias.
Não tem sido nada fácil contrariar a interpretação
da legislação em vigor sobre este tema, mesmo quando
a prática demonstra que esta é desadequada e até
injusta; mas como todos sabem, é muito complicado, por razões
óbvias, lutar contra os interesses de associações
humanitárias e de corporações de bombeiros,
mesmo aquelas que, claramente, se transformaram em empresas de transportes,
que, inquestionavelmente, podem ser considerados irregulares e até
mesmo clandestinos. E volto a referenciar o Sr. Director Geral de
Transportes Terrestres, a quem, em nome de um sector em crise, solicito
providências no sentido de colocar termo a esta situação
de concorrência desleal.
E a este propósito permito-me lembrar ao Sr. Director Geral
de Transportes Terrestres que, a coberto de pseudo animação
turística, estão a proliferar empresas que não
são mais do que transportadores clandestinos, sem alvará
e sem necessidade de terem motoristas habilitados com o CAP. Não
cruzaremos os braços e, seguramente, iremos até ao
limite da força e da vontade que nos vem do facto de estarmos
seguros da nossa razão. Estamos, no entanto, confiantes de
que o bom senso prevalecerá e até ao fim do ano seja
alterada a portaria 1147/ 2001, por forma a esbater todas as dúvidas
quanto à utilização dos táxis no transporte
de doentes.
Falando da nossa acção, não podemos de deixar
de nos referir ao movimento que liderámos contra o famigerado
PEC (Pagamento Especial por Conta).
A ANTRAL esteve à frente da contestação contra
este estúpido e cego imposto. Foi notória a nossa
capacidade de mobilização e a nossa Associação
foi referência para muitas outras associações
que gostariam de ter capacidade para assumir idêntica atitude.
O prometido “Grupo de Trabalho” já apresentou
uma proposta ao Ministério das Finanças e acreditamos
que os resultados a que chegaremos, a curto prazo, serão
seguramente positivos para todos os nossos Associados.
E, aqui, permito-me fazer um especial apelo ao Sr. Dr. Pedro Santana
Lopes, não como autarca, mas como vice-presidente do PSD,
a quem solicito uma intervenção no sentido de sensibilizar
a Ministra de Estado e das Finanças, para a injustiça
fiscal com que se debate este sector.
Recorde-se que a concentração prevista para dia 10
de Julho passado, foi desconvocada no dia anterior, face a uma promessa
do Governo, no sentido de criar condições para libertar
este sub-sector dos transportes rodoviários do pesadelo do
PEC.
E, Sr. Dr. Pedro Santana Lopes, não nos agradaria nada ter
que voltar a mobilizar os nossos associados para protestar contra
este verdadeiro imposto travestido de pagamento especial por conta.
Queremos acreditar que a justiça das nossas pretensões
terá que ser, e será, tida em conta. Neste sentido,
confiamos muito na sua intervenção, Sr. Dr. Pedro
Santana Lopes.
Mantendo a tradição organizamos mais um Dia do Táxi,
o 6.°, que constituiu mais uma inequívoca manifestação
da capacidade de organização e mobilização
do nosso sector e uma jornada de convívio da qual todos temos
motivos para nos regozijarmos.
Prosseguindo o nosso firme propósito de cada vez prestar
melhores serviços aos associados, tomámos a iniciativa
e concretizámos a constituição da nossa, melhor
dizendo “vossa”, nova empresa, a PROTAXISÓ, SA.,
com capital integralmente realizado pela ANTRAL, e que visa retirar
da Associação a vertente comercial, com consequentes
vantagens fiscais, tendo como objectivo principal dotar o nosso
sector de alternativas comerciais e de serviços que permitam,
pela sua intervenção no mercado que se relaciona com
o nosso sector, contribuir para a necessária redução
dos custos de exploração da nossa actividade e assim
promover a merecida e justa rentabilidade a que também temos
direito.
Para ilustrar as vantagens fiscais decorrentes da criação
desta sociedade anónima, recordo que, em finais de Dezembro
de 2002, a Antral, como resultado da fiscalização
a que foi submetida, relativa aos anos de 1994 a 1998, tinha uma
dívida ao fisco de 369.333, 01 euros.
Como, entretanto, existiu a possibilidade de, até ao fim
do ano de 2002, pagar ao fisco, beneficiando do perdão de
juros e coimas, que elevariam para o dobro aquela importância,
a direcção ponderou aquela hipótese, pois,
além do mais, continuava a discussão contenciosa da
matéria.
Numa situação de controlo financeiro, que a Antral
atravessava, já naquela altura, mercê de uma gestão
equilibrada, pareceu-nos que a opção certa seria proceder
ao pagamento ao fisco e beneficiar das vantagens oferecidas.
E uma vez que a Antral estava em condições de assumir
os encargos resultantes do financiamento necessário à
liquidação da dívida reclamada pela administração
fiscal, foi decidido, depois de consultadas as mesas da assembleia
geral e do conselho de delegados e o conselho fiscal, proceder àquele
pagamento.
Em consequência, no final do ano, foi liquidado um total
de 297.024,00 euros, uma vez que a associação ainda
não tinha sido notificada do remanescente.
E por falar em dificuldades não resisto a referir a autêntica
telenovela que foi a comercialização pela associação
do módulo luminoso.
A Antral tinha celebrado, em Junho de 2001, um protocolo com a
Jasil com vista a importar módulos luminosos fabricados por
esta empresa.
Para o efeito tornou-se necessário proceder à certificação
do módulo em causa, processo que demorou quase nove meses
e que custou mais de 2.000,00 euros.
Em Julho de 2002, foi, finalmente, emitida a certificação
pela Certif, empresa que procedeu à certificação.
Na posse da certificação, a Antral procedeu à
encomenda de 1500 módulos luminosos.
E, assim, em meados de Agosto, começaram a ser montados
os primeiros módulos comercializados pela Antral.
Em 20 de Agosto de 2002, porém, foi a Antral alertada e
surpreendida com o teor de um fax remetido pelo IPQ a todos os montadores
de taxímetros, nos termos do qual se informa que é
necessário que os representantes dos taxímetros requeiram
ao IPQ uma aprovação complementar de modelo.
Sem esta aprovação complementar de modelo, nenhum
taxímetro com o dispositivo luminoso ligado, previsto na
portaria 277-A/99, de 15 de Abril, podia ser submetido ao controlo
metrológico.
Como as alterações introduzidas eram apenas de software
não nos parecia nem parece que deva haver lugar a qualquer
aprovação complementar de modelo.
Na realidade, sucede que o módulo luminoso não interfere
de forma alguma no taxímetro - o módulo luminoso é
um mero repetidor de tarifas.
Em 15 de Outubro de 2002, a direcção da Antral teve
uma reunião com a administração do IPQ, à
qual assistiram representantes da “Jasil”, durante a
qual foi reiterada a posição deste Instituto nos termos
da qual a aprovação actual do taxímetro tinha
que ser requerida pelos representantes deste acessório.
A vingar esta interpretação do IPQ, qualquer fabricante
de módulos luminosos que não esteja associado a um
representante de taxímetros, ficará totalmente impedido
de comercializar os seus produtos, sendo evidente a grave distorção
de concorrência que se causa ao mercado.
Esta exigência absurda e ilegal do IPQ acaba por conduzir
o mercado dos módulos luminosos a uma situação
de abuso de posição dominante, um autêntico
monopólio.
Felizmente, que a telenovela está a chegar ao fim, pois
temos já um acordo celebrado com a outra marca de taxímetros,
que possibilita encontrar, a curto prazo, uma solução
que permita evitar a distorção do mercado que aquele
abuso vem permitindo, com nítido prejuízo dos consumidores
que, assim, têm vindo a ser privados de qualquer direito de
escolha.
E, como sonhamos com uma Antral cada vez mais perto dos sócios,
que são a única razão da sua existência,
estamos a envidar esforços para catapultar a associação
para níveis maximizados de prestação de serviços,
de âmbito distrital.
Neste sentido, estamos a contactar as câmaras municipais
das capitais de distrito.
Na verdade, propomo-nos aumentar quantitativa e qualitativamente
os serviços prestados aos nossos associados, pois, para além
de uma estação de serviço, que lhes possa fornecer
combustível, nomeadamente gás e gasóleo, e
lubrificantes, pretendemos instalar um centro de apoio a todos os
industriais do distrito que lhes permita aceder a uma vasta gama
de serviços, tais como a aquisição e instalação
de taxímetros e de lanternas, etc., etc..
Permito-me recordar, ainda, que, até agora, não tem
sido possível defender a generalização da utilização
do gás como combustível alternativo, dadas as dificuldades
sentidas no seu abastecimento.
Também pretendemos que o referido centro de apoio igualmente
possa prestar assistência jurídica e, até, uma
assistência de âmbito social.
Embora este nosso pedido tenha tido uma receptividade inferior
àquela que esperávamos, não vamos desmobilizar,
e vamos continuar, pois acreditamos, que, aliás a exemplo
do que sucedeu com a câmara de Lisboa, outras a curto prazo
vão viabilizar este projecto.
Na verdade, apraz-nos registar que, mais uma vez, a autarquia
lisboeta demonstrou uma sensibilidade que nos tocou profundamente.
Acabamos de saber, através do Sr. Dr. Pedro Santana Lopes
que a autarquia cedeu à associação um prédio
na Ajuda, com vista à instalação de um centro
de dia e de um lar para todos os industriais de táxi.
E em iniciativas em prol do nosso sector, a Câmara de Lisboa
não fica por aqui, como veremos de seguida.
Quanto à segurança dos motoristas de táxi,
que continua a assumir especial acuidade, em particular pelo aumento
e gravidade dos incidentes verificados, a Antral não descurou
esta problemática, antes pelo contrário sempre lhe
concedeu a importância acrescida de que se reveste dado que
toca de perto com a integridade física de pessoas.
E neste sentido, a Antral, desdobrandose em contactos, promovendo
uma série de experiências piloto, tem procurado sensibilizar
a administração pública para a necessidade
de regulamentar a lei 6/ 98, de 31 de Janeiro.
Sabemos bem que a segurança dos motoristas de táxis
se deve enquadrar na problemática geral da segurança
dos cidadãos, mas compete ao Estado proceder ao reforço
da luta contra a criminalidade em geral, nos grandes centros urbanos.
E dado que o nosso grupo profissional apresenta uma especial vulnerabilidade,
impõe-se a adopção de medidas legais específicas.
Felizmente, para a Antral e, particularmente para os industriais
de Lisboa, encontramos no actual Presidente da Câmara um autarca
com especial sensibilidade para este problema.
E correndo o risco de passarmos por imodestos, não resistimos
a afirmar que os industriais de táxi elegeram uma boa direcção
e Lisboa ganhou um excelente presidente.
E neste sentido, a autarquia lisboeta vai assinar um protocolo
com a Antral, nos termos do qual a Câmara Municipal de Lisboa
compromete-se a, através da associação, adquirir
e mandar proceder à instalação do GPS, em todas
as viaturas táxi, licenciadas para exercer a actividade na
cidade de Lisboa.
E muito embora se considere que nenhum dos sistemas de segurança
é absolutamente eficaz, não podemos deixar de salientar
a importância deste protocolo, que permite criar as condições
para minimizar os riscos da nossa profissão. Por este facto,
estamos gratos ao Dr. Pedro Santana Lopes, fazendo votos para que
o seu exemplo frutifique.
E tão grato estamos, que posso afirmar, em primeira mão
que vou apresentar uma proposta com vista à nomeação
do Dr. Pedro Santana Lopes como sócio de mérito pelos
serviços relevantes prestados à Antral.
Por último, mas também principalmente, não
podemos deixar de nos referirmos àquele que será porventura
o projecto mais emblemático da nossa Direcção:
a aquisição de um novo edifício para Sede da
ANTRAL em Lisboa, para instalação dos serviços
e da Central de Compras liderada pela PROTAXISÓ SA.
Conforme já foi dito e reconhecido, trata- se de um projecto
“arrojado” e “ambicioso”; mas, estamos assim
a dar passos definitivos com vista ao futuro de uma ANTRAL que queremos
moderna e dinâmica, capaz de dar resposta adequada aos muitos
desafios que temos pela frente.
Com este novo edifício, para além de proporcionarmos
melhores condições de trabalho e, portanto, de atendimento,
relançamos a nossa Associação, prestigiando-a
e criando condições para uma nova dinâmica que
contempla a reorganização dos serviços, a intervenção
na área da formação profissional relacionada
com o nosso sector e o desenvolvimento da componente comercial num
campo extremamente vasto de iniciativas tendo em vista, sempre,
a redução dos custos de exploração de
todos os nossos Associados e do sector em geral. É, sem dúvida,
um projecto também difícil, mas extremamente aliciante,
é, inquestionavelmente, preparar o futuro! Com as novas instalações,
não fizemos mais do que aproveitar ao máximo a oportunidade
que nos surgiu.
Não foi uma decisão fácil, pois, como, aliás,
foi salientado na assembleia geral que aprovou a aquisição,
foi necessário coragem para tomar uma decisão que
tem de se reconhecer foi uma decisão arrojada.
A preparação da proposta tirou-nos horas de sono
e sossego. A concretização da proposta envolvia uma
engenharia financeira, que não podia falhar sob pena de hipotecar
o futuro da Antral, como associação credível.
Mas, felizmente, coragem não nos falta. Nunca tivemos receio
de assumir compromissos ou tomar decisões desde que contribuíssem
para o engrandecimento da associação ou para prestar
um melhor serviço aos sócios.
E a maximização da prestação de serviços
da associação e a rentabilização da
Protaxisó teriam que passar, necessariamente, pela mudança
de instalações, que se pretendem, com outras funcionalidades,
pois, entre outras, é necessário dispor de lojas e
de salas para dar formação.
E refira-se que, ao contrário do que alguns, maldosamente,
pretendem insinuar, esta aquisição não envolve
nem envolverá quaisquer custos ou encargos para os nossos
associados.
E tendo em conta a importância da Internet e das novas tecnologias
de informação, criamos um site, www.Antral.pt, que
pode ser consultado por todos e muito especialmente pelos nossos
associados, a quem já foi enviada a password que lhes permite
o acesso às informações reservadas.
Antes de terminar, não posso deixar de agradecer aos meus
colegas dos órgãos sociais, aos nossos incansáveis
funcionários às diferentes entidades, das quais me
permito destacar a Mercedes Benz de Portugal, a Jasil, a Zurich,
a AVS, a Galp, e a Carristur, que connosco colaboram e sobretudo
a todos os associados que nos ajudaram a concretizar esta obra.
Só a solidariedade e a coesão de uma equipa extraordinária
como esta a que me honro de presidir, conseguem viabilizar a concretização
de sonhos como este de que hoje somos testemunhas e a que, afinal,
todos, de alguma forma, ficaremos também associados.
Florêncio Plácido
de Almeida
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